Atividades

O Brasil entre periféricos e emergentes: relações com a China e a América Central

Caruaru | Pernambuco, 29 abril de 2014

A crise de 2008, cujos reflexos político-econômicos ainda se sentem, revelou ao mundo um grupo de países que, por diversos fatores, havia resistido aos graves problemas econômico-financeiros, às ondas de demissão em massa e à deterioração de seu tecido produtivo. Desde essa ascensão desses países ditos emergentes, sobretudo daqueles reunidos no marco do BRICS, a política internacional havia começado a ser cada vez mais influenciada por uma parcela de Estados, outrora chamados de subdesenvolvidos, que passaram a cobrar sua parcela de protagonismo no sistema internacional. Mas, analisando a partir do Brasil, o que isso significa? Qual é o papel e como vem se comportando o país nesse cenário internacional com tão distintos atores?

O Grupo de Estudos Subalternos, Periféricos e Emergentes (Gespe), do Núcleo de Estudos e Pesquisas Regionais e do Desenvolvimento (D&R) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) entende que é relevante acompanhar e realizar uma leitura crítica das teorias e pesquisas advindas do sul global, bem como produzir reflexão a partir dessa perspectiva. E é nesse esforço que os doutorandos em Ciência Política (UFPE), e membros do Gespe, Aleksander Aguilar e Joyce Ferreira, farão a palestra “O Brasil entre periféricos e emergentes: relações com a China e a América Central”.

 

 

Paraguay, Guatemala y Brasil 60 años después: dictaduras, contrarrevoluciones y populismos

Assunção | Paraguai | Maio de 2014

El aciago año de 1954  marcó un hito ineludible en la historia de América Latina: la usurpación del Estado por parte de Alfredo Stroessner y la construcción de una dictadura por 35 años en Paraguay; la invasión dirigida po…r Estados Unidos y la traición de los jefes del Ejército que devino en la renuncia del presidente Jacobo Árbenz en Guatemala; y la muerte de Getulio Vargas en Brasil, quien ante la presión ejercida por las fuerzas internacionales, los grupos económicos dominantes y la propia corporación militar, optó por el suicidio, siendo uno de los momentos más claros de desestabilización que presagió el golpe de Estado 1964.

La convocatoria de estas jornadas busca plantear un diálogo entre el pasado, el presente y el futuro de estos tres países y de la región entera, colocando esos acontecimientos sociohistóricos en una trama más densa de disputas por la construcción de un orden y el cambio social. Adicionalmente, se espera revisar algunos conceptos de las ciencias sociales como dictadura, contrarrevolución, populismo y las diversas experiencias de signo reformista nacionalista.

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